Autor: Marcos Rezende (Página 1 de 35)

Duas razões pelas quais nós perdemos boas oportunidades

Eu tenho um comportamento bem interessante quando estou treinando jiu jitsu que percebo se transportar para a minha vida fora do tatame.

Quando eu tento fazer algum movimento um pouco mais arriscado, hesito, dou uma paradinha ou faço esse movimento tão devagar a ponto do meu companheiro de treino perceber a jogada que vem logo depois.

Há também as vezes em que eu consigo atingir uma boa posição de controle, mas ansioso por finalizar meu companheiro, acabo fazendo um movimento errado dando brecha para um contra-golpe.

Acho que já faz um ano que eu vivo nesse vai-não-vai.

Quando eu era faixa branca, arriscava mais…

Agora a oportunidade se apresenta e eu, ao invés de me movimentar com confiança e segurança, ou tenho medo de não conseguir ou me desespero para conseguir logo.

Na vida, assim como no tatame, nós perdemos oportunidades por essas duas razões:

Medo e ansiedade.

Com base no que nos aconteceu de ruim no passado, temos medo de seguir adiante para que os males não se repitam.

Com base no que sonhamos conquistar no futuro, ficamos ansiosos por chegar logo lá e atropelamos etapas importantes e necessárias.

Acho que fazem duas ou três semanas que eu consegui ficar por cima de um dos meus companheiros de treino e controlando a posição, apliquei-lhe um estrangulamento.

Antes disso ou depois disso, nunca mais.

Até que meus companheiros de treino me disseram:

“O dia que você confiar mais em você e no seu jogo você vai se sair muito melhor.”

Evidentemente eles não perceberam a mensagem poderosa que havia por trás dessa afirmação, mas desde aquele dia isso vem ressoando na minha cabeça.

  • Por quê eu não faço o meu jogo?
  • Por quê vira e mexe eu me meto em uma roubada?

Há dias eu venho me fazendo essas duas perguntas e me motivando a fazer o meu jogo ao invés de resistir ao jogo dos outros.

Tanto no tatame, como aqui fora.

E você, está fazendo o seu jogo ou está se metendo em roubada?

Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

Pare de fazer o louco

Sabe aquele camarada que fica correndo pra lá e pra cá “mostrando serviço”?

Que ao mesmo tempo responde e-mail, conversa no WhatsApp e atende o telefone?

Quem olhar de fora poderá pensar que ele é um “excelente” trabalhador, mas se você parar um segundo, você vai pensar justamente que ele não deveria estar trabalhando com você.

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Flavio Augusto da Silva e Kaká no Orlando City

O que Flávio Augusto da Silva pode *realmente* nos ensinar sobre abrir uma empresa de sucesso

Quando a gente fica sabendo de histórias de como começou a vida do empreendedor Flávio Augusto da Silva, fundador e atual dono da WiseUp e dono do time de futebol Orlando City nos Estados Unidos, ficamos entusiasmados e motivados a se arriscar da mesma forma.

Não que fosse intenção do Flávio incentivar quem o segue assumir grandes riscos, mas por conta da nossa má formação em empreendedorismo, entendemos que só é empreendedor quem tem capacidade para se arriscar (e muito).

E isso não está correto.

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3 razões pelas quais as mulheres nunca serão bem sucedidas

“Estou me sentindo um lixo!”

Foi o que minha amiga disse outro dia para mim.

Profissional super competente da área de marketing e vendas, ela havia sido reconhecida em um bar por um cara amigo do gestor da empresa onde ela trabalhava.

Mas não pelos melhores motivos.

Olha o que aconteceu.

Boa vendedora que era, essa minha amiga conseguiu superar suas metas de vendas dentro de uma grande empresa da sua cidade de uma forma nunca antes vista.

O sucesso foi tão grande que até o dono da empresa a chamou em sua sala para lhe parabenizar e agradecer o seu esforço.

Seu gestor fez questão de anunciar o seu bônus na frente de todos e seus colegas de trabalho saíram com ela no mesmo dia para festejar a sua vitória.

Porém, algum tempo depois em um bar da cidade onde ela morava, minha amiga esbarrou com um cara que disse conhecer o seu gestor e que ele a havia elogiado muito.

Empolgada, minha amiga perguntou:

“Tá! E o que ele disse sobre mim?”

Pensando que a resposta seria algo sobre suas conquistas e sucesso como vendedora naquela empresa, minha amiga teve uma grande decepção.

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Mochila Waldorf

O que a confecção de uma mochila waldorf me ensinou sobre fracasso

Há exatamente uma semana eu estava tendo a minha primeira experiência prática como pai de uma Escola Waldorf.

O dia não era dos melhores para a data, já que coincidia com a minha mudança de residência, mas preferi priorizar essa atividade na escola pela excitação de poder me jogar em algo que nunca havia realizado: a confecção de uma mochila para as crianças do primeiro ano.

Um processo que a maioria dos que estavam ali nunca havia passado e que deixou uma importante lição para a vida.

Foram 13 horas de trabalho com pouco ou quase nenhum intervalo onde cada pai e mãe ajudaram a cortar, montar, colar, furar, costurar e fazer o acabamento final das mochilas.

Todos os pais ajudavam a produzir as mochilas de todas as crianças, logo não tinha como escolher aquela que seria do seu filho ou do outro.

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Como viver uma vida feliz

O segredo de uma vida feliz

Outro dia fui sair de casa de bicicleta com a minha filha.

Nós percebemos que ia chover e por isso resolvemos nos adiantar à chuva.

Corre de cá e arruma de lá, logo estaríamos prontos.

Enquanto eu me arrumava e coordenava a arrumação da minha filha, assistia inquieto as nuvens se aproximando da minha janela.

Negras e pesadas elas avisavam do que estava por vir.

Pegamos o elevador, mas ao chegar ao térreo a chuva começava a cair.

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A prisão do negro e a do branco

Ao longo da minha adolescência e início da minha fase adulta eu fui assaltado 15 vezes quando morava na cidade do Rio de Janeiro.

Perdi pelo menos uns 6 relógios, dinheiro e algumas vezes a chance de decidir se eu ia ficar vivo ou não.

Eu já tive uma arma apontada para a minha cabeça 4 vezes.

Em uma dessas vezes um rapaz entrou no ônibus, apoiou-se de costas no encosto do banco onde eu estava sentado, colocou a arma na minha cabeça e avisou:

“Se alguém reagir eu mato o garoto.”

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Quando os pequenos pagam a conta dos grandes

No final do ano passado eu recebi uma multa de R$ 1.200 da Receita Federal porque dois anos antes minha empresa havia atrasado por dois dias de enviar uma determinada declaração para a Receita.

De alguma forma a Receita Federal cruzou os dados da minha empresa com o calendário de entrega de declarações daquele ano e descobriu que eu me atrasei.

Ela fez o mesmo quando eu atrasei o pagamento dos meus impostos por dois meses porque que estava com dificuldades financeiras.

De alguma forma a Receita Federal cruzou as informações das notas fiscais que eu havia emitido com os impostos que eu havia pago e descobriu que eu estava atrasado com as minhas obrigações.

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Autocentramento

Autocentramento: o que é e como dar o primeiro passo para se livrar desse mal

Você sabe o que é autocentramento?

Vou mudar a pergunta…

Você já percebeu que em uma conversa geralmente as pessoas só falam delas mesmas?

Outro dia observei duas pessoas conversando sobre seus filhos.

Vamos chamá-las de Fulana e Sicrana para ajudar a explicar para você o que é autocentramento.

  • Fulana dizia para Sicrana que o seu filho havia se comportado muito bem no shopping no domingo à tarde.
  • Sicrana emendou a conversa e disse que o seu filho era muito bagunceiro.
  • No que Fulana ouviu e respondeu que se impressionava em como o próprio filho era obediente quando saía de casa.
  • E Sicrana continuou contando uma vez em que saíra com o filho e ele a tinha feito passar vergonha em uma festa.

Reparou que nem Fulana ou Sicrana estavam interessadas no que a outra estava falando?

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Bicicleta subindo ladeira

Continue a pedalar

Sabe o que eu aprendi subindo uma ladeira de 50 metros de bicicleta?

Outro dia eu enfrentei a maior ladeira da minha vida.

Ao fazer a curva para direita me deparei com ela, gigante, a uns 200 metros na minha frente se aproximando conforme eu ia trocando a marcha da bike.

No momento em que a avistei, com sua cor cinza escuro de asfalto, dormente naquele sol quente de verão, pensei em voltar atrás e tentar outro dia, mas a vontade de conhecer a minha capacidade de trabalhar minhas pernas para enfrentá-la foi mais forte.

Além do meu peso e do peso da bicicleta, na garupa eu ainda carregava a minha filha de 6 anos e 22 Kg que, preocupada comigo, sugeria que eu voltasse outro dia para não machucar as minhas pernas.

Decidi não ouvi-la.

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