Categoria: Filosofia (Página 2 de 2)

Como lidar com a decepção

Você já se decepcionou alguma vez?

Já foi demitido, abandonado ou traído?

  • Já emprestou dinheiro para alguém que depois de um tempo sumiu e nunca mais voltou a falar com você?
  • Já confiou um segredo para alguém que depois compartilhou o seu segredo com outras pessoas?
  • Já dedicou seu tempo para algo ou alguém que na primeira crise abandonou você ou te trocou por outra pessoa?

Você provavelmente já passou por alguma situação como essas onde se decepcionou com algo ou alguém.

E provavelmente também já deve ter carregado muita dor, arrependimento e culpa por causa disso.

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Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

Decepção

DECEPÇÃO é o confronto entre aquilo que você esperava com aquilo que aconteceu.

DECEPÇÃO é como um buraco enorme no meio do peito causado por algo ou alguém que não valorizou você em algum ponto.

DECEPÇÃO é algo que provoca raiva, desespero, angústia, frustração, impotência.

Mas DECEPÇÃO não pode se tornar o estopim para você jogar tudo aquilo que você é para o alto enquanto tenta atingir quem te decepcionou.

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Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

Receita para viver bem

“É impossível começar a aprender o que pensamos que já sabemos.” ~ Epicteto

Poderíamos observar esta frase como que olhando para algum conhecimento específico.

Matemática, línguas, história, geografia, química, etc.

Nenhuma dessas matérias é possível de aprender quando pensamos já saber tudo.

Entretanto quero te convidar a observar essa frase sob outra ótica:

É impossível aprender a viver quando pensamos que já sabemos tudo sobre a vida.

Vivemos isolados uns dos outros porque deixamos que as nossas verdades nos afastem daqueles que tem ideias diferentes das nossas.

Acreditamos que descobrimos um jeito certo de viver à nossa maneira, esquecendo completamente que existem outras 7 bilhões de pessoas no mundo que levam suas vidas de maneira diferente da nossa.

Presos às nossas certezas, somos algozes e vítimas ao mesmo tempo dos nossos próprios julgamentos.

Torcemos para que algo dê certo.

Desejamos para que algo dê errado.

Como se errado e certo fossem qualidades dos acontecimentos, quando na realidade são apenas valores da mesma propriedade.

A receita para viver bem?

Para viver bem, passe a duvidar sempre das suas certezas.

Passe também a olhar as certezas das outras pessoas da mesma forma que você olha uma planta, um animal ou uma pedra.

Já temos tanto trabalho a fazer internamente que olhar para o que os outros estão fazendo ou deixando de fazer é se distrair do próprio caminho.

Pratique mais a observação e menos o julgamento.

Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

O incontrolável controle do incontrolável

Epiteto disse…

“Todas as coisas existentes se dividem da seguinte forma: as que estão sob o nosso poder e as que não estão.”

O caminho para a felicidade é não desejar controlar aquilo que não é do seu controle porque quando tentamos controlar aquilo que não controlamos nos frustramos quase sempre porque o resultado nunca é aquilo que estamos esperando.

Sob nosso controle estão o pensamento, o impulso, a vontade de adquirir e a vontade de evitar e, resumidamente, tudo que resulta das nossas ações.

As coisas que estão sob nosso poder são livres, enquanto as coisas que não estão são escravas.

A casa se deteriora, as pessoas morrem e as frutas apodrecem enquanto o conhecimento aumenta, a educação se expande e as ideias são infinitas.

Se você pensa que um jarro é bonito é porque você julga que ele assim o é, mas na realidade o objeto não passa de um jarro.

Quando ele quebra e se destrói no chão ele já não é mais bonito, mas você pode continuar julgando-o bonito sem que ele esteja ali.

Assim, você não se importará muito com os acontecimentos daquilo que era factível de ocorrer as coisas que estão fora do nosso controle.

Jarros se deterioram com o tempo, pessoas morrem e relações acabam.

O que você faz com esses acontecimentos, é o que te conduzirá a paz.

Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

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