Categoria: Propósito & Missão (Página 1 de 12)

Flavio Augusto da Silva e Kaká no Orlando City

O que Flávio Augusto da Silva pode *realmente* nos ensinar sobre abrir uma empresa de sucesso

Quando a gente fica sabendo de histórias de como começou a vida do empreendedor Flávio Augusto da Silva, fundador e atual dono da WiseUp e dono do time de futebol Orlando City nos Estados Unidos, ficamos entusiasmados e motivados a se arriscar da mesma forma.

Não que fosse intenção do Flávio incentivar quem o segue assumir grandes riscos, mas por conta da nossa má formação em empreendedorismo, entendemos que só é empreendedor quem tem capacidade para se arriscar (e muito).

E isso não está correto.

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Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

Um miserável bem sucedido

Como transformar um trabalho miserável em seu maior case de sucesso?

  • Vamos supor que você trabalhe em uma empresa ruim.
  • O que então, você conseguiu um trabalho que não te dá prazer.
  • Ou pelo menos que você fechou um projeto que deu muito mais trabalho que o orçado.

Fique atento!

Esta empresa que você não gosta, esse trabalho que te deixa pra baixo e esse projeto que você está gastando mais do que devia, podem se transformar em um trampolim para o seu sucesso de uma hora para outra.

A geração do mimimi, da qual eu também faço parte, fica procurando pelo em ovo para se esquivar daquilo que precisa ser feito.

  • Acham ruim trabalhar das 9 às 18.
  • Acham ruim andar de ônibus lotado.
  • Acham ruim não ter uma missão de vida especial.

Seja qual for a tarefa que esteja fazendo, faça-a sempre bem, porque você nunca sabe o que pode vir daquele emprego ruim, daquele trabalho chato e daquele job mal orçado.

Se você fizer um excelente trabalho, as pessoas irão notar você.

Sabe por quê?

Porque naquela péssima empresa você é o único que chega animado, atende bem as pessoas e se supera todos os dias no seu trabalho.

Porque naquele trabalho doloroso, você é o único que surpreende e que entrega mais do que deveria.

Porque naquele job mal orçado, você mantém a sua palavra e persiste quieto dando o seu melhor para ajudar aqueles que te contrataram.

É quando as coisas vão mal e dão errado que os iluminados acendem suas luzes e aparecem, pois já disse antes por aqui:

“Poste apagado é igual maçaneta sem porta. Não tem serventia.”

Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

Como combater o inimigo número um das promessas de ano novo

São 9 horas da manhã da primeira segunda-feira do ano e milhares de pessoas retornam a seus postos de trabalho com aquela sensação de que o sonho acabou.

Ao invés de voltar das festas de final de ano com a energia recarregada, a maioria das pessoas começa a primeira segunda-feira do ano com uma sensação de angústia no peito por continuar vivendo a vida que não gostaria de estar vivendo.

Pior, a maioria das pessoas, sente, mesmo que de forma inconsciente, que apesar de toda a fé que tem no ano novo, muito provavelmente e novamente, não conseguirão cumprir suas promessas.

  • Porque isso acontece?
  • Porque a maioria das pessoas não consegue conquistar os seus objetivos?
  • Porque a maioria das pessoas começa o ano com essa sensação estranha no peito ao invés de um espírito renovado?
  • Como combater este mal?

Hoje, na primeira segunda-feira do ano, que lhe apresentar o grande inimigo das promessas de ano novo.

Aquele que você lutará diariamente ao longo dos próximos doze meses para conseguir se manter firme às suas promessas e que firmemente se oporá a você nos momentos de maior distração.

Conheça o FOMO, acrônimo da expressão em inglês Fear Of Missing Out ou simplesmente MEDO DE FICAR DE FORA.

“Toda vez que você se encontrar do lado da maioria, é hora de parar e refletir.” ~ Mark Twain

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O que é o Medo de Ficar de Fora?

O medo de ficar de fora é um fenômeno emblemático da era digital caracterizado pela dose de ansiedade, indecisão, inadequação e irritação que toma conta das pessoas quando conferem suas redes sociais.

Segundo Dan Ariely, professor de psicologia e comportamento econômico na Duke University e autor do livro “Predictably Irrational” esse comportamento ocorre porque nós ficamos com medo de estar fazendo escolhas erradas na vida.

Se você descobre que seus amigos estão se divertindo sem você naquele exato momento enquanto confere alguma rede social, a sensação é totalmente diferente daquela que você experimenta se descobrisse dias depois, enquanto se reúne com eles e comenta como foi seu final de semana.

Interagir no exato momento com os seus amigos sobre as atividades deles, faz com que você se sinta participando daqueles momentos sem perder “nada”.

Se você der uma boa olhada para trás, talvez você tenha assumido um compromisso, comprado algo ou mesmo aceitado um convite para alguma atividade, só porque você teve medo de ficar de fora.

Apesar de querer comprar um carro novo, mudar de emprego ou abrir a própria empresa, você vê que seus gastos com cartão de crédito aumentaram porque você investiu em livros que nunca irá ler, festas que não devia ter ido ou cursos para se especializar naquilo que não gosta de fazer.

“A sabedoria da vida consiste na eliminação do que não é essencial.” ~ Lin Yutang

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A estrada para o não

Durante muito tempo eu fiquei preocupado com o que as pessoas pensavam de mim.

A maneira como eu me vestia, como eu andava, como eu falava, tudo era influenciado pela opinião das outras pessoas.

Inseguro em assumir minhas escolhas eu investia mal o meu tempo e o meu dinheiro, desperdiçando a minha vida em atividades e coisas sem qualquer sentido para mim.

Com o tempo, eu aprendi que quando escolhemos participar de algo, também escolhemos não participar de tantas outras coisas, e que somente quem tem um plano para si é que consegue não entrar no plano dos outros.

Assim, para viver a vida que você deseja e realmente cumprir suas promessas de final de ano, três coisas são necessárias:

  1. Objetivo.
  2. Planejamento.
  3. Comprometimento.

Imagine que você e uma outra pessoa estão caminhando em uma estrada sem mais ninguém por perto.

Na estrada, você só vê a si, esta outra pessoa e muita areia e pó.

Durante algum tempo você conviveu muito bem caminhando ao lado desta pessoa na estrada, mas de alguma forma você começou a perceber uma outra estrada se abrindo para você numa direção diferente da qual vocês estavam caminhando.

Você reflete um pouco sobre as duas opções de caminho que tem e resolve pegar a nova estrada porque ela irá te levar para um outro destino que você considera melhor.

A pessoa que antes caminhava ao seu lado levanta argumentos contrários a sua decisão de tomar uma nova estrada.

Segundo ela, permanecer na mesma estrada é muito mais seguro do que partir caminhando em uma nova estrada, já que esta pode conter perigos até então não imaginados por você.

Apesar dos avisos e argumentos, você dá adeus à sua companhia de caminhada e segue o seu caminho na nova estrada.

Enquanto você caminha, a estrada anterior vai ficando cada vez mais distante até que você não consiga mais enxergá-la no horizonte de poeira.

Você volta o olhar para frente, na direção do seu novo destino, mas percebe que conforme caminha, placas sinalizando retornos para a estrada anterior, estão presentes no seu caminho.

Além do esperado texto indicando retorno, essas placas também trazem avisos dos apuros que podem estar mais à frente na estrada.

Mas você comprometidamente passa reto pelas placas e continua caminhando na nova estrada.

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Aprenda a dizer não

O exemplo que usei serve para você enxergar de forma alegórica como será a sua vida nos próximos 12 meses.

Apesar de você ter feito algumas promessas e se comprometido em alcançá-las, convites oportunos lhe serão feitos para que você tome o próximo retorno.

Algumas vezes você se sentirá mal por dizer não para seus “amigos” que estão lhe chamando para ir à festa.

Noutras se sentirá mal quando no almoço de família for questionado sobre seus novas objetivos.

E também se sentirá triste ao perceber que algumas pessoas desistiram de você só porque você não quis seguir o mesmo caminho que elas.

Neste ponto, você precisará muito mais de escudos que de flechas.

Precisá se proteger desses ataques e permanecer firme na sua armadura para continuar fazendo o que você acredita ser o correto.

Afinal, para viver a sua vida e seguir o seu caminho, você não pode viver a vida ou seguir o caminho de outra pessoa.

Não quero lhe amedrontar, mas quero que fique bem claro que se você quiser realmente conquistar suas promessas de ano novo, deve estar atento que:

1. Você tem um grande inimigo lutando contra você: o medo de ficar de fora.
2. Só há uma maneira de você sair dessa e conquistas suas promessas: aprendendo a dizer não.

Fique firme

Se outras pessoas conquiram alcançar suas metas, mesmo com todas as dificuldades do mundo, você também vai conseguir.

Basta confiar e se comprometer.

Portanto, para que você possa se aprofundar um pouco mais nas informações que coloquei aqui, sugiro que dê uma olhada nos links a seguir e também assista ao vídeo que gravei no nosso canal do YouTube.

Toda caminhada, começa com o primeiro passo e não há dia melhor para se dar o primeiro passo, que hoje.

Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

Se você está lutando para viver, então seu maior medo pode estar se tornando realidade

Um dos princípios do jiu-jitsu é a não-resistência.

Apesar de lutadores de jiu-jitsu parecerem estar lutando em suas apresentações em torneios ou mesmo em seus treinos, normalmente eles estão buscando não-lutar.

Sim, não-lutar.

Uma das máximas que aprendi nestes três anos em que tento atingir a arte suave, é que quando resistimos a algo damos mais energia para a força contrária que é exercida contra nós.

É melhor aceitar uma dificuldade do que resistir a ela.

Um sinal de humildade e inteligência ao mesmo tempo.

Humildade da não-resistência

Você se esforça para conseguir algo e atingir um objetivo.

Pode ser uma passagem de guarda no jiu-jitsu ou uma conexão de internet estável onde você pretende trabalhar o resto do dia.

Você tenta uma, duas e três vezes e quando percebe, está de novo no mesmo lugar onde começou as suas tentativas ou talvez em um lugar pior.

No jiu-jitsu é muito comum inclusive, quando você não aceita uma passagem de guarda com humildade, que você acabe caindo em uma situação pior.

Com a cara amassada no chão, você sabe que a saída daquele inferno que se formou não será assim tão fácil e se lembra da célebre frase:

“Aceita senão dói mais”

Já é tarde demais…

Certa vez eu insisti em um negócio que desde o início não se mostrou muito favorável.

Tentei uma, duas e três vezes.

Investi mais dinheiro porque achei ser esse o problema do seu mal desempenho e no final das contas (você já deve imaginar o que aconteceu), terminei com muito menos dinheiro do que quando comecei o negócio.

Se tivesse aceitado com humildade as dificuldades impostas e agido com um pouco mais de inteligência e calma, provavelmente teria realinhado a rota sem desperdiçar muito tempo e dinheiro.

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Inteligência da não-resistência

Quando você se vê em uma situação de extrema dificuldade onde percebeu que a corda está mais para o outro lado que para o seu, é hora de se preparar com inteligência para enfrentar aquilo que vem sobre você.

Quando eu enxergo que perdi mais de 80% das chances de manter meu companheiro de treino dentro da minha guarda, me arrumo para cair na posição mais confortável possível para reaver a posição original ou atacá-lo.

É melhor aceitar uma passagem de guarda que resistir a ela até o fim e se ver em apuros instantes depois.

“Se arruma, se arruma!”, sempre ouço meu treinador falar enquanto assiste o meu treino.

Tudo o que você precisa para se tornar alguém de sucesso é saber o momento de entrar e sair de uma situação.

Você não precisa ficar dando “murro em ponta de faca” e tampouco confundir insistência com teimosia.

Nos negócios, ouça os números.

Simples.

Quando o fluxo de caixa demonstra que as situações para o sucesso de um negócio não são favoráveis é melhor dar alguns passos para trás e se arrumar do que insistir no caminho que fatalmente te levará para o abismo.

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Cansado de errar

No jiu-jitsu, nos negócios e na vida, não gostamos de errar.

Isso é um fato.

E um bom sinal de que estamos errando é quando nos forçamos a fazer algo que de fato não queremos.

Imagine que você não gosta da sua namorada ou namorado, mas decide investir os próximos 50 anos nesta relação amorosa esforçando-se ao máximo para que ela dê certo.

Ao final de 50 anos ela terá “dado certo”?

O mesmo pode acontecer na sua profissão.

Você não gosta tanto do que faz, mas decide investir os próximos 35 anos esforçando-se ao máximo para que ela dê certo.

Quando chegar a sua aposentadoria, sua vida profissional terá “dado certo”?

Hipocrisia é fingir ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos que na verdade não temos.

Estar engajado em um relacionamento sem vínculo amoroso é ser hipócrita.

Estar comprometido com uma profissão sem paixão por desenvolvê-la é ser hipócrita.

Rickson Gracie

Rickson Gracie

Não resista, mas aja

A vida vai sempre vir com um rolo compressor para cima de você tentando te persuadir a desistir dos objetivos que estabeleceu.

Não brigue com a vida, assim como o rio não força passagem pelo meio de uma pedra.

Ao invés disso, mantenha a calma, analise a situação e contorne os obstáculos com inteligência.

Um grave problema hoje em dia é ver as pessoas agindo sem parar feito baratas tontas em todas as direções.

Com as facilidades do mundo atual, as pessoas estão cada vez mais dispostas a agir sem planejamento porque acreditam que já perderam muito tempo em atividades que não deveriam estar fazendo.

É o caso clássico de quem tem 30 anos e que se mete em ser dono de empresa sem planejamento porque não suporta o fato de ter passado os últimos 10 anos da sua carreira atrás de uma mesa sem sentido por causa de um salário razoável no final do mês.

Sempre que você agir por impulso, tome cuidado.

Basta pensar assim…

Quando agimos por impulso nossas emoções nos levam para uma vida geralmente instável, já que as emoções adoram continuar vivas nos levando para cá e para lá.

Já quando agimos com racionalidade, humildade e inteligência, a vida nos presenteia com uma estabilidade daquelas que somente os grandes mestres do jiu-jitsu, da vida e dos negócios conseguiram atingir.

Pare de lutar.

Comece a viver.

Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

Como retomar a direção dos seus sonhos sem jogar tudo pro alto

Hoje cheguei no escritório sem ser percebida.

Era mais uma na rua, no coletivo, no trem, no trânsito.

Mais uma entre todos os outros.

O mouse parado na mesa e a tela fria iluminada me encarando como quem suplica para que eu faça algo que eu não sei, me deixam irritada.

Não quero saber de vocês por enquanto.

Na cabeça, carrego as lembranças dos momentos bons que vivi, dos risos que dei e vi e das luzes das noites de alegria que curti.

Agora eu só preciso mesmo é respirar.

Encarar o desafio de me tornar mais uma dentro disso tudo e me adequar.

Dar bom dia para as pessoas, sorrir e até festejar a alegria de quem também finge já estar adequado a isto tudo.

Final do mês vem aí e nada melhor do que aguentar mais um pouco até aquela prestação acabar, até que meu filho se forme ou até que a aposentadoria chegue.

Enquanto isso, entre um feriado aqui e outro acolá eu vou vivendo entre as escolhas do que é certo, sim, bem certo, e aquelas escolhas que eu queria ter feito.

Ok, ok, já estou me perdendo de mim mesma, preciso me acalmar.

Preciso parar de pensar nisso, me conformar, pois isto que estou fazendo é o mais certo.

Sou lutadora, forte e pulso firme.

Sou?

Esquece.

“A felicidade do pobre parece a grande ilusão do carnaval. A gente trabalha o ano inteiro por um momento de sonho pra fazer a fantasia de rei ou de pirata ou jardineira, pra tudo se acabar na quarta-feira.” ~ Vinicius de Moraes

Qual a sensação você tem quando acaba o final de semana ou um feriadão?

Se responder que é uma sensação boa, significa que você provavelmente trabalha fazendo aquilo que realmente gostaria de estar fazendo, mas se você não se sente bem enquanto está se arrumando para ir trabalhar, provavelmente vive como a maioria: na ilusão da segurança.

Eu também já vivi uma vida “certa”:

  • Já cumpri horário em empresa mesmo sem nenhuma vontade de ficar lá;
  • já passei mais de quatro horas no trânsito para ir e voltar do trabalho; e
  • já senti aquele medo terrível e congelante antes de tomar a decisão de seguir aquilo que meu coração dizia para seguir.

Como retomar o rumo sem jogar tudo pro alto

Para mim existem três coisas necessárias que você deve fazer se quiser retomar o caminho dos seus sonhos sem jogar tudo pro alto ou chutar o balde de uma só vez:

  1. Você precisa se livrar de crenças limitadoras.
  2. Libertar-se de companhias tóxicas.
  3. Cumprir com um planejamento.

É loucura jogar tudo para o alto de uma só vez, mas no momento que você se determinar a retomar o seu caminho (pode ser hoje, amanhã ou daqui a 10 anos), você precisa se conscientizar que deverá abandonar velhas crenças e companhias, além de, é claro, ter disciplina para cumprir um planejamento de libertação.

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Crenças limitadoras

Se a sua vida está da maneira como está hoje é porque no passado você cultivou uma visão do mundo que o limitou a esta realidade atual.

Logo, a maneira primordial para mudar a realidade, o que acontece na sua vida, é mudar a maneira como você enxerga e julga a vida.

Um exemplo clássico que gosto de dar quando falo sobre mentalidade de crescimento é sobre a maneira como uma pessoa rica e uma pessoa pobre enxergam o mesmo problema.

A pessoa de mentalidade pobre e enfraquecida que vive sob um sistema de escassez e apodrecimento, enxerga um problema como um obstáculo praticamente intransponível colocado na sua vida por alguém (governo, pais, chefe, entidades espirituais, etc.)

Já uma pessoa de mentalidade rica e empoderada que vive sobre um sistema criativo, enxerga um problema como uma oportunidade de vencer.

De certa forma, a pessoa com uma mentalidade rica, enxerga em si a possibilidade de criar soluções e não de consumidor passivo delas como uma pessoa de mentalidade pobre se enxerga.

Por aqui, eu já publiquei 3 artigos falando exclusivamente sobre o poder da mentalidade sobre nós:

Diga-me com quem andas…

“Se você anda com porcos, farelo come” dizem os antigos.

Foram as pessoas ao seu redor que ajudaram a construir a sua cultura e o seu modo de viver a vida.

Seus julgamentos e suas opiniões o influenciaram a ser quem você é e a agir da maneira como você age e reage.

Logo, se você deseja mudar a maneira como você age (mudar de emprego, abrir um negócio, mudar de cidade ou país) precisa se conectar a outras pessoas com uma mentalidade de mudança e crescimento.

A maioria das pessoas ficam levando a vida do jeito que dá, ao invés de retomarem o poder de conduzirem suas próprias decisões.

Já vi pessoas que detestavam seu emprego, mas que não precisaram sair dele porque ao parar de se cercar de pessoas tóxicas no ambiente de trabalho, começaram a enxergar os seus pontos positivos.

Um amigo meu não só não largou o emprego como foi promovido diversas vezes por causa dessa atitude.

Simplesmente ele decidiu não participar mais das “crises” do trabalho e resolveu trabalhar. Ponto.

A pressa é inimiga da perfeição

Mesmo que você resolva de uma vez por todas retomar o caminho em direção aos seus sonhos a partir de agora, não aja com pressa.

Planeje a saída da sua vida atual para a sua nova vida com calma sem ansiedade.

Comprometa-se com a sua meta final e não mais com os compromissos momentâneos e os prazeres imediatos.

Uma dica é que você faça uma lista daquilo que precisa se livrar, crie um planejamento para se libertar de cada uma dessas coisas e comece o processo se libertando do mais fácil para o mais difícil.

Abandonando os pesos que amarram você a mesmice do passado, você abrirá espaço para o novo e deixará de enxergar a vida como um mar de problemas para enxergá-la como um mar de oportunidades de crescimento.

“Errar é humano, mas persistir no erro é burrice.” (Tweet Isso)

Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

O conselho que todo empreendedor iniciante esquece

Culturalmente acreditamos que o dinheiro traz felicidade. Toda nossa sociedade moderna, ocidental e capitalista, está construída em torno deste princípio. Na rua encontramos pessoas desfilando suas posses ao lado de pessoas desejando ter o básico (comida e abrigo). Crescemos vendo nossos pais “lutarem” por dinheiro e acreditamos que esta também seja a nossa saída. Estudamos, trabalhamos e lutamos em busca do dinheiro como se nossas metas sempre estivessem a um palmo de distância dos nossos olhos. Assim, vivendo infelizes em busca da tranquilidade que acreditamos só ser dada para aqueles que possuem dinheiro, nos distraímos com bobagens que nos fazem perder tempo e dinheiro para que por consequência não consigamos chegar ao paraíso.

Ontem comecei a leitura do livro Dono de Marcelo Toledo e logo no início me interessei pela história que Marcelo contou sobre a criação do seu primeiro negócio. Disse ele que aos 18 anos iniciou um grupo de geradores de ideias junto com parentes e amigos para criar uma empresa. Após algumas sugestões, o grupo chegou a decisão de implementar a ideia gerada pelo próprio Marcelo de comercializar suco de clorofila. Uma vez que a moda na época era o Açaí, Marcelo e o seu grupo acreditavam que aquilo lhes proporcionariam os ganhos necessários para realização dos seus sonhos e liberdade. Entretanto, a realidade lhes mostrou que era necessário bem mais do que uma boa ideia para construir uma empresa. Como o foco do grupo e do negócio era ganhar dinheiro, não havia tesão para tocar o negócio e transpor as barreiras burocráticas e de mercado impostas pela realidade. O negócio acabou e assim também o grupo de geradores de ideias.

Acredito que muitos empreendedores com dez ou mais anos de experiência sabem muito bem a que o Marcelo se refere quando dá este exemplo no seu livro. Logo no início da minha carreira eu também pensava que fazer algo para somente ganhar dinheiro era fundamental, não importando se eu era apaixonado ou não pelo que fazia. Falhei com um Sistema de Gerenciamento de Multas, com um Site de Classificados de Carros, com um Sistema de Gerenciamento de Projetos e também com uma Empresa de Consultoria. Umas ideias acabaram mais rápido que outras, mas sempre terminaram pela mesma razão. Em todas elas eu não tinha um tesão fenomenal pelo o que fazia e quando os problemas apareciam eles eram tão gigantescos para mim que eu não conseguia resistir.

Nossos olhos estão longe demais do nosso coração

Desde que comecei a transformar o Insistimento em empresa este ano, lançando-me no mercado de educação online para empreendedores, percebi que devido ao fato de você ser apaixonado pelo tema da sua empresa, você nunca se distancia dela. Você acaba sempre mergulhando naquele tema porque é apaixonado por ele. Lê livros, notícias, sites, conversa com pessoas com a mesma paixão, aprende mais e consequentemente faz um trabalho muito melhor do que aquele que poderia fazer quando trabalhava somente pelo dinheiro. Eu enxergo isso claramente no momento em que escrevo novos artigos aqui para o site, pois não me importo com o que o leitor irá achar do artigo, a minha avaliação sobre ele é que conta. Se gosto, o trabalho está ótimo. O resultado já apareceu, por mais que não entre nenhum tostão na empresa por causa dele. O que acaba acontecendo é o contrário. Chegam novos clientes o tempo todo porque eles percebem que os artigos foram escritos com carinho e esmero.

De certa forma, nascemos com um coração apaixonado pela vida e nos afastamos dessa paixão conforme nossos olhos vão enxergando a “realidade”. Essa realidade percebida pelos nossos olhos gera crenças e medos que impedem muitos de fazer o caminho de volta para as suas paixões. A maioria permanece errando na corrida do queijo acreditando que é este queijo que tornará suas vidasuma benção. Não é bem assim. Como já falei antes por aqui, a vida não é sacrifício.

Levante da cama pela sua paixão e não pelo dinheiro

Compreenda qual é a sua paixão ou suas paixões. Conheça o seu próprio código de valores e parta para o estudo de um modelo de negócios sustentável e escalável que lhe possibilite explorar estas as suas paixões para impactar o mundo com o seu trabalho.

Eu prefiro a palavra mindset ao invés de mentalidade, porque a primeira me dá a noção clara da mensagem que quero transmitir quando afirmo que nas situações que vivemos hoje em dia o único caminho para encontrar a felicidade é mudando o nosso mindset, ou nossa maneira de pensa r(configuração da mente). Quem nunca escutou na infância que ricos e poderosos são pessoas ruins ou que dinheiro só traz aborrecimento? Estas coisas ouvidas aqui e acolá impactam a nossa configuração mental de uma forma espantosa tendo a capacidade de colocar vidas e mais vidas na corrida dos ratos para sempre.

Rasgue qualquer plano de negócios ou contrato social que estiver hoje sobre a sua mesa e que não esteja alinhado com as suas paixões. Não encontre desculpas para seguir adiante, pois se você tem capacidade de tocar uma empresa que não gosta ou que não é alinhada com as suas paixões, poderá fazer muito mais por uma empresa fascinante com a sua cara. Não perca tempo e mova-se para adiante. Seja o arquiteto da sua vida. Ao menos, reflita sobre isso.

Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

Se você está fazendo força para viver, algo está errado

A vida, definitivamente, não é um sacrifício. O jiu-jitsu é uma luta onde alguém aparentemente fraco pode dominar outro aparentemente forte. Quando treinamos, começamos a perceber que se fazemos força ao tentar dar um golpe, é sinal de que estamos, muito provavelmente, fazendo algo errado. No jiu-jitsu utilizamos a força da natureza contida dentro dos nossos próprios corpos contra o oponente. Eu mesmo, pesando 65 quilos, sou capaz de manter meu professor de 90 quilos no chão com facilidade, sem fazer força ou invalidá-lo. Hoje, se faço força ao tentar um movimento, compreendo automaticamente que estou tentando da forma errada. O mesmo vale para a vida…

Treino: não luta.

Quando lutamos jiu-jitsu, não lutamos, treinamos apenas. Da mesma forma que a vida, jiu-jitsu é treino. É tentar fazer algo e descobrir que aquela não era a melhor maneira de fazê-lo. É acertar começando um golpe por um caminho que não estava tão amostra. Infelizmente encaramos a vida como uma luta porque de certa forma queremos vencer, mas se levássemos a vida como um treino, não precisaríamos da aprovação da vitória para nos afirmarmos vitoriosos. Quando comecei a praticar jiu-jitsu, mal acabava o aquecimento e eu já estava cansado. Meu corpo ficava todo dolorido e em vinte segundos de treino com um oponente minha respiração ficava completamente desencontrada. Hoje, o fato de ter aprendido a amarrar a própria calça, terminar o aquecimento como se nada tivesse acontecido e praticar 40 minutos de treino sem me cansar me deixa muito feliz. Quantas vezes você não se viu em uma situação onde só o fato de levantar da cama já te colocava cansado, ou onde você corria tanto contra a tempo que sequer se atentava para a sua respiração. Quando você dava por si, já estava cansado, sem respiração e no chão estrangulado ou tomando uma chave de braço. Viver é treinar, não lutar.

Golpe: o objetivo.

Sem objetivos para quê treino, para quê se movimentar? Muitas pessoas vivem sem objetivo, ou seja, vivem a vida sem saber que movimento irão realizar depois deste e daquele movimento que estão fazendo agora. Muitas não sabem que movimento estão fazendo agora, quem dirá que movimento irão fazer no futuro. Elas não sabem se agarrarão um braço ou uma perna e quando chegam em uma posição de conquista, não progridem por não saber o que podem fazer dali em diante. Desanimam e abrem a guarda para que o oponente as coloque em uma posição desconfortável de novo. Só aí se movimentam. Não podemos viver a vida só se defendendo. A melhor defesa é o ataque e isto vale para a vida, para o jiu-jitsu e até para o futebol. Um time que não deixa o outro jogar, acaba saindo vencedor da partida. Enquanto você deixar a vida jogar e você não tiver atenção em cada um dos seus movimentos, você não irá progredir. Tenha um objetivo. Aprenda os seus golpes e vá pra cima da vida, pois ela está ali na sua frente prontinha para treinar com você.

Alavancas: o natural.

Não se deixe levar pelas aparências. Um sujeito franzino de 50 quilos pode te aplicar mais golpes que um outro forte de 120 quilos. A vida é a manifestação da natureza e assim como a água da chuva procura o melhor caminho para descer as pedras de uma montanha, as alavancas de corpo utilizadas no jiu-jitsu fazem o mesmo. Nós temos alavancas dentro de nós, prontas para serem libertadas. Nossos talentos gritam dentro de nós, mas por falta de treino, nós não permitimos que os golpes saiam e os mantemos presos dentro dos nossos ossos, músculos e veias. Ao invés de fazer o que seria natural, nos impomos ao padrão da maioria e pensamos que ganhar é bater, mas para quem pratica jiu-jitsu, bater é perder. Não bata na vida, use suas alavancas (seus talentos) a seu favor e submeta a vida à sua vontade.

Força: o sinal do erro eminente.

Quando estou passando por um estrangulamento (algo que me dava um nervoso imenso e que agora consigo administrar com calma) a primeira coisa que faço é verificar em qual posição o meu pescoço pode ficar mais confortável para diminuir a pressão do oponente sobre ele. Da mesma forma, quando tenho que colocar o oponente de costas para o chão, procuro onde estão os seus apoios, para removê-los e continuar progredindo até encostar com as suas costas no chão. Tentar enfrentar a força do braço e do corpo do meu oponente com o pescoço é enforcar-me. Tentar derrubá-lo na força é fazê-lo usar a minha própria força para me levantar feito um balão para o chão. Se você está hoje fazendo muita força para viver, certamente algo está errado na sua vida. Algo não está sendo natural.

Quando escrevo textos como esse, ajo com tanta naturalidade que não sinto o mínimo de força sendo feita. Eu gosto, amo isso aqui e poderia ficar escrevendo post atrás de post durante o dia inteiro. Porém, nem sempre foi assim. Já passei dias e mais dias programando, me preocupando com projetos atrasados, cuidando de coisas que não tinha o menor talento. Hoje vivo de empreender, escrever, administrar minhas empresas, vender, etc. Termino o dia sem cansaço e bem. Já peguei trem lotado, já tive que ir trabalhar tomando chuva na cabeça e já tive que fazer um esforço escomunal para ficar em um emprego que detestava só por causa do salário que recebia. Isto está errado. Quanto mais força você faz, mas a vida de empurra para o chão. Quanto menos força você faz, mas capacidade você tem de correr mais do que a vida, de dar mais golpes que a vida e de viver mais, bem mais, que vivendo a sua vida anterior, cheia de esforços, sacrifícios e lutas.

“De modo suave, você pode sacudir o mundo” ~ Gandhi

Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

Quando o seu gigante irá acordar?

Dizem que “o gigante acordou” neste dia marcado pela ascensão dos protestos a favor dos direitos cívicos brasileiros. Apesar de eu concordar com isso e enxergar nas ruas e nas redes sociais uma forte mobilização contra a hipocrisia e politicagem brasileira, sinto que o grande confronto ainda está por vir. Não porque novos protestos sairão às ruas ou hackers invadirão mais e mais sistemas, mas porque o grande confronto não está fora de nós e sim dentro da nossa própria hipocrisia e politicagem. E este confronto ainda não aconteceu.

Hoje o meu protesto é contra você que sonega impostos, paga mal seus funcionários e faz gato de luz, telefone, água ou tv à cabo. Esta é a minha forma de protestar, fazer você encarar o fato de que para mudar o Brasil é preciso muito mais que passeatas nas ruas, é preciso uma passeata interna, com quebra-quebra de paradigmas, mas sem violência.

Você realmente quer a sua liberdade? Então conquiste-a!

Você quer realmente conquistar os seus sonhos e a sua liberdade ou apenas fazer parte da moda daqueles que fingem querer ter a liberdade? Se estiver disposto a se libertar, deverá assumir riscos, pensar a longo prazo, sofrer pelas perdas e caminhar um longo caminho até a conquista. Não existem ruas demarcadas nesse percurso e tão pouco policiais para te impedir de seguir em frente. A polícia de choque, quem chama é você para segurá-lo para trás atento vendo a TV, Youtube ou fumando um baseadinho. Se você quiser a sua liberdade, vai ter que ir à rua para conquistá-la.

Não critique quem faz aquilo que você faz, como aqueles que criticam os políticos por serem corruptos e praticam a corrupção seja em qual nível for. Hoje é dia de ir para rua, protestar, ganhar o mundo, mas hoje, muito mais do que qualquer outro dia, é o dia de você começar a ter uma vida diferente daquela que sempre teve. Uma vida mais responsável por si e pelos outros. Uma vida mais digna para você e para os outros. Uma vida onde você acorde o seu gigante interior, pare de reclamar, tire a bunda do sofá da depressão e procrastinação e de uma vez por todas se comprometa com o seu futuro e daqueles que vem por aí.

Você só tem essa vida. Só essa vida. Mesmo aqueles que acreditam em outra vida, só tem esta vida do jeitinho que ela é hoje. Pare de mimimi e vá pra rua, lá fora e dentro de você.

“Seja VOCÊ a mudança que deseja para o mundo.” ~ Gandhi

Para acordar o Brasil, precisamos acordar cada brasileiro.

Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

Metas: tão perto, mas tão longe…

Não podia ir dormir sem escrever aquilo que fiquei pensando durante todo o final de semana e o dia de hoje quando trocando mensagens com alunos da Escola do Insistimento, fãs e assinantes da lista de e-mail do site. Me deparei com uma dura realidade que atinge a maior parte dos empreendedores que chegam até aqui. Todos possuem metas, na maioria audaciosas, mas poucos conseguem cumpri-las. Uns estão atados ao seu passado: dívidas financeiras adquiridas, compromissos emocionais assumidos e decisões mal tomadas. Outros estão atados ao seu futuro: medo de trocar de emprego, de começar algo novo mesmo com dinheiro guardado, etc. Ou seja, a desculpa para não conseguirem bater suas metas é a negligência com que levam suas vidas ignorando o fato da liberdade que podem ter se ficarem no presente.

TEM DÍVIDAS? OK. TEM MEDO? OK.

Não dê importância demais para algo que não tem a menor importância. É você que olha o seu passado e o engrandece ou olha para o seu futuro e o diminui. Ambos, passado e futuro não existem, por mais que no agora você lide com as consequências do que fez no seu passado ou com os receios sobre o que acontecerá com você no futuro. É você que se coloca nessa posição de vítima das circunstâncias. Pense mais nisso. Quando lembrar de coisas do passado e falar nomes horríveis para si mesmo enquanto se lembra das suas burradas, pare um pouco para olhar em volta de onde está e enxergar o que está acontecendo de verdade. Não existe ninguém te xingando e tampouco algo acontecendo de ruim que mereça o seu valor. Você pode seguir adiante sem pesar, pois agora, agorinha, está tudo bem de novo como sempre acontece. Quando imaginar coisas sobre o futuro, vendo você largando o emprego e se dando mal ou pegando um empréstimo no banco porque o seu negócio deu errado, pare um pouco também para olhar o que está acontecendo agora na sua realidade. Seja inteligente e pare de imaginar coisas que podem ou não acontecer. Tudo está OK.

Lembre-se que tudo sempre volta a ficar bem…

Não importa o que você fez ou o que você vai fazer. Tudo sempre fica bem de novo. Por mais que você tenha milhões de dívidas ou esteja rastejando no seu emprego, em algum momento do dia, tudo fica bem. Por mais que você esteja com problemas na empresa, daqueles bem sérios e não consiga enxergar o futuro do seu negócio, tudo fica bem. É o seu filho que ri para você ou o programa engraçado que toca na rádio. No final das contas, tudo acaba bem. E isto não quer dizer que sou otimista por pensar isso, esta é realmente a realidade. Não só tudo acaba bem como tudo sempre está bem e certo. Mesmo quando você bate de carro e parece que sua vida está desmoronando, tudo está bem. Infelizmente somos nós que damos importância demais a falsa estabilidade da nossa vida, esquecendo que ela é totalmente instável como o oceano que é belo mesmo nunca tendo as mesmas ondas do mesmo volume quebrando no mesmo lugar. Uma vez conseguida a estabilidade, é preciso se preparar para a próxima onda e é essa ondulação cotidiana que faz da nossa vida algo mágico, belo e profundo. Ponto.

Para alcançar suas metas, pense no agora.

O que você pode fazer agora para alcançar as suas metas? Faça as contas, é simples. Se você precisa ganhar R$ 1.000,00 no mês, basta conseguir cinco clientes que lhe paguem R$ 200,00 por algum serviço ou produto que você tenha. Se você precisa faturar R$ 20.000,00 no mês, basta conseguir 20 clientes que lhe paguem R$ 1.000,00 ou mesmo 200 clientes que lhe paguem R$ 100,00. Oferecendo um serviço para uma pessoa você consegue lhe cobrar R$ 200,00 facilmente e para alguns produtos é possível cobrar R$ 1.000,00 ou mesmo R$ 100,00. A matemática está aí para ser usada e ela é racional, não emocional. Ficar pensando no ontem ou imaginando o amanhã, só irão lhe fazer sentir medo e ansiedade, ao passo que pensar no agora o tornará alguém poderosamente forte, convicto e estável mesmo nas adversidades. Pense nisso, pense nisso.

Outro dia me perguntaram como pude alcançar bons resultados financeiros em tão pouco tempo e ser capaz de viver a minha vida independente das dos outros sustentando um monte de filhos e vivendo para cá e para lá atuando em diversos negócios. A minha resposta está nesse texto, mas principalmente no penúltimo parágrafo dele. Traga a matemática para a sua vida, pense em dinheiro, faça as suas contas e volte para o presente. Ignore completamente o seu passado e esforce-se a ignorar também aquilo que você imagina sobre o seu futuro. Só assim você conseguirá a tão sonhada liberdade para fazer o que quiser, na hora que quiser, independente do que os outros ou você mesmo pensam sobre o que está sendo feito. Manda bala e aproveita a vida. Você nasceu para experimentá-la.

Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

Controle sua força empreendedora

Atire a primeira pedra aquele empreendedor que não achou a sua ideia maravilhosa desde a primeira vez que ela lhe subiu à cabeça. Atire a primeira pedra aquele que não fica pulando de ideia em ideia tentando encontrar o seu “galho”. Eu fui um cara assim durante muito tempo. Achava minhas ideias maravilhosas, tinha aquela ignição fundamental e me colocava a trabalhar e trabalhar sem pensar muito nas consequências nos meus empreendimentos. Não controlava minha “força empreendedora” e acidentalmente me estabacava no próximo poste como alguém que desce uma ladeira sobre uma bicicleta sem freio.

Se você usar toda a sua força, a luta acaba antes do tempo previsto

Comecei a treinar jiu-jitsu esta semana. Isto mesmo. Após anos tentando praticar esportes como escalada, tênis e corrida e me amansar através de meditação e ioga, decidi gastar um pouco da minha energia em um esporte muito parecido com o xadrez onde você entra com as mesmas peças que o oponente para o jogo e só vence se tiver mais cabeça que ele.

Hélio Gracie

Hélio Gracie

Na primeira aula técnica onde o professor faz uma base bem apoiada sobre você e tenta passar a guarda, fiquei fazendo uma força imensa para segurar o seu quimono evitando a todo custo qualquer movimento de sua parte. Além de não permitir que ele se movimentasse, eu também não fiz qualquer movimento e gastei toda minha força para segurá-lo ali na mesma posição. Por um minuto isso funcionou e até me pareceu estar valendo à pena, mas quando percebi uma chance de aplicar uma das técnicas que havia aprendido naquela aula e tentei segurar mais acima o seu quimono, minhas mãos não tinham força para fazer a pegada. Ali, ele parou a luta e me ensinou a primeira lição:

Se você gastar toda a sua força para impedir os meus movimentos, não vai ter força suficiente para fazer os seus.

A lição aprendida iniciou em mim uma série de lembranças do tempo onde eu fazia as coisas por imposição da força e do gás, gastando tudo o que podia no início da batalha sem reservar qualquer energia para o meio e final da luta. Lembrei de quando iniciava uma escalada com todo o pique e “morria” depois de um tempo. Lembrei também dos inúmeros negócios “excelentes” que tive que sem qualquer planejamento, afundaram em poucos meses. De fato, precisava estabilizar e controlar a minha força.

Estabilize e use a força a seu favor

Existe uma força intrínseca no nosso corpo e que pode funcionar a favor ou contra nós durante uma luta. No jiu-jitsu não há força, existe sim a “pegada” e técnicas para “tirar o equilíbrio” do oponente, mas não força. Ou melhor, a única força que se utiliza é aquela força mecânica utilizada para dar uma chave para imobilizar o oponente. Força bruta não existe.

Apesar dos poucos dias que tive contato com o esporte, encontrar a arte nele é tarefa para quem é equilibrado e utiliza a sua estabilidade e coordenação motora para desestabilizar o oponente. Uma simples puxada no ombro do oponente já desloca a sua postura e o coloca em uma posição desfavorável à sua. O me leva sempre a pensar no quanto somos frágeis.

Pense comigo. Essa coisa de estabilidade tem a ver com namoros, lutas, empreendimentos e praticamente tudo na nossa vida. Quando somos adolescentes temos aquelas paixões da adolescência onde deixamos os nossos hormônios dirigir as nossas vontades para ficar todos os dias (e se possível todos os momentos) com nossos amantes. Nesta época nós não queremos saber de mais nada a não ser viver aquela paixão com toda força até que… o fogo queima e a paixão acaba em algumas semanas e fica o marasmo. Mas aí não sossegamos, queremos mais prazer, mais paixões e seguimos em busca de um novo amor, mesmo que inconscientemente. Encontramos, nos apaixonamos novamente e seguimos assim até que após várias crises nos conscientizemos que é melhor “ir devagar”.

Você não precisa criar a sua empresa de hoje para amanhã. Você pode colocar a sua ideia em prática de hoje para amanhã, mas criar a sua empresa vai demorar. Vai demorar porque você precisa se estabilizar para ir pouco a pouco ganhando o seu mercado desestabilizando os seus adversários. Quanto mais estável você for nos seus amores, nos seus empreendimentos e nas suas lutas, mas o mundo à sua volta irá confiar em você e compreender que o seu ponto mais positivo não é ser forte, mas controlar sua própria força.

Grande não é quem bate, mas quem resiste e controla a sua força para se erguer a cada queda.

Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

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