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Mochila Waldorf

O que a confecção de uma mochila waldorf me ensinou sobre fracasso

Há exatamente uma semana eu estava tendo a minha primeira experiência prática como pai de uma Escola Waldorf.

O dia não era dos melhores para a data, já que coincidia com a minha mudança de residência, mas preferi priorizar essa atividade na escola pela excitação de poder me jogar em algo que nunca havia realizado: a confecção de uma mochila para as crianças do primeiro ano.

Um processo que a maioria dos que estavam ali nunca havia passado e que deixou uma importante lição para a vida.

Foram 13 horas de trabalho com pouco ou quase nenhum intervalo onde cada pai e mãe ajudaram a cortar, montar, colar, furar, costurar e fazer o acabamento final das mochilas.

Todos os pais ajudavam a produzir as mochilas de todas as crianças, logo não tinha como escolher aquela que seria do seu filho ou do outro.

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Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

Como vencer o medo de cometer um grande erro

Você sabia que a maioria das pessoas não mudam as suas vidas porque têm medo de cometer grandes erros? A maioria de nós prefere conviver com pequenos fracassos do que com grandes perdas. É por isso que desistimos de abrir um negócio próprio, sair do emprego que detestamos ou finalizar um relacionamento amoroso desgastante. Temos medo de cometer grandes erros e não sabemos como lidar com o feedback alheio. De uma certa forma, queremos agradar a nossa família, aos nossos amigos e aos nossos companheiros de relacionamento e por isso, preferimos continuar fazendo a mesma coisa sempre, mesmo que infelizes. De certa forma, acreditamos que merecemos ser infelizes. Uma pena.

Merecemos ser felizes?

Por que não merecer ou merecer? Perceba que “merecer” tem a ver com termos feito algo no passado e agora merecermos um prêmio por aquilo que fizemos. Se fizemos coisas boas, temos a merecer também coisas boas, mas se fizemos algo de ruim, não podemos merecer algo de bom de maneira alguma. Mas pera aí, quem julga se o que fizemos no passado é bom ou ruim para dar esse merecimento para nós? Que ser, enfim, olhará para nós e dirá que nós somos merecedores ou não de coisas boas?

Se você está acompanhando a minha lógica perceberá que o único ser capaz de julgar se merecemos ou não algo, somos nós mesmos. Quando olhamos para trás e vemos erros e coisas ruins nas nossas vidas, acabamos deduzindo que não merecemos ser felizes e por isso nos envolvemos em relacionamentos amorosos desgastantes, trabalhamos para um patrão que detestamos e desistimos de abrir a nossa própria empresa porque, fazendo um pente fino no nosso passado, é melhor mesmo que não saiamos do lugar para não causar mais prejuízos a nossa própria vida. Perda de tempo.

Prejuízo? Como você pode dizer que você só causou prejuízo na sua vida se hoje está diante de um site com artigos sobre auto-ajuda empreendedora para se motivar a seguir em frente? Foram as suas burradas e acertos que o trouxeram até aqui e você não pode “desmerecer” isso. Esse é o seu passado e ele é tão digno como o de qualquer outra pessoa que você julgue “merecedora” que existe no mundo. O pulo do gato, é que as pessoas que você julga merecedoras dominam as leis de liberdade e reconquistaram o seu poder pessoal. Eu listei essas leis abaixo para que você procure a partir de hoje, dominá-las. Assim você se libertará do julgamento de merecimento e colocará em prática todos os seus sonhos finalmente.

Leis da liberdade para vencer o medo de tomar uma grande decisão

1. Sou igual a todas as outras pessoas: você, eu e o Obama temos que ir ao banheiro, tomar banho da mesma forma, escovar os dentes e quando temos uma dor de barriga não conseguimos segurar.

2. O passado não existe, mas ele me trouxe até aqui: você, eu e o Silvio Santos tivemos que lidar com vários problemas no passado e tomar atitudes e decisões que nos envergonhamos, porém foi este mesmo passado que nos permite hoje ter mais clareza a respeito do que fazer.

3. Não tenho preguiça de tentar em busca de acertar: você, eu e o Bill Gates já recebemos vários nãos, mas mesmo assim continuamos perseguindo a vitória sobre as nossas metas. Enquanto Bill Gates luta para acabar com as piores doenças na África atualmente após ter construído seu multi-milionário negócio, eu e você vamos batalhando da mesma forma para bater as nossas metas pessoais enquanto não podemos ajudar o continente africano.

4. O dia tem 24 horas para todo mundo: você, eu e a Ivete Sangalo temos as mesmas 24 horas para construir o nosso sucesso dia após dia. Independente do que aconteça à nossa volta, temos o mesmo tempo e precisamos decidir o que fazer com ele a todo momento.

5. Se outros conseguiram, eu também posso: se Steve Jobs, com as mesmas 24 horas, vários erros, um passado de erros e com necessidades básicas de sobrevivência iguais às minhas e as suas conseguiu construir uma empresa, eu e você também podemos. No final, todos nós estamos mesmo é lutando contra nós mesmos para vencer sobre a nossa própria vida, logo, qualquer um que tenha feito, é exemplo para nós que ainda não fizemos.

Conclusão

Essas são leis que eu tirei da caixola agora escrevendo este artigo, mas provavelmente você deve ter alguma lei diferente das acima para compartilhar com quem vem aqui. Se tiver, por favor escreva nos comentários para que outras pessoas encontrem ainda mais força para se superar e vencer sobre as suas próprias vidas.

Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

A vida não admite erros

Todo erro precisa ser corrigido. Todo desvio necessita ser aperfeiçoado. Tudo precisa funcionar da maneira mais eficiente. Na natureza tudo evolui, nada permanece estático ou regride. Nada. Vai ver que é também por isso que nos forçamos a evoluir. E por favor, entenda “nós”, como a nossa natureza que funciona sem o “nosso” controle. É ela que nos impulsiona a questionar, sem cessar, nós mesmos.

SOMOS JULGADOS PELOS ERROS
Vamos supor que somos pessoas boníssimas. Que cumprimos com os nossos afazeres todos os dias disciplinadamente. Sustentamos a nossa família, conduzimos nossas empresas com as maiores das éticas e estamos sempre atentos à nossa conduta moral. Apesar desta vida de boa conduta, em um belo dia, dirigindo distraído por aí, atropelamos alguém. Acabou. Acabou o bom moço, os dias de glória e as beneficies feitas a outrem. Seremos julgados pelo atropelamento, independente do número de “acertos” que já produzimos. Este erro marcará a nossa vida para sempre e até talvez tenha mais impacto nela, do que muitos dos “acertos” que já cometemos.

Um rio desce sempre. Ele obedece a lei da gravidade e procura desempenhar da melhor forma o seu papel. Obedecendo a lei. No entanto, se as condições climáticas não forem favoráveis, o rio endurece. Congelado ele não contorna mais os obstáculos como antes. Ele simplesmente permanece parado aguardando o “clima” melhorar. Os obstáculos permanecerão lá e os erros de percurso não serão corrigidos. Porque, por mais que a lei da gravidade ordene o rio a descer, as condições climáticas não favorecem a obediência desta ordem.

SOMOS IMPULSIONADOS A ERRAR PARA ACERTAR
Não precisamos aguardar que as condições de clima melhorem, para obedecermos ao impulso que vem do nosso coração. Obedecer aquela lei que ordena que façamos aquilo que precisa ser feito. Seremos julgados pelos nossos erros, isto é um fato. No entanto, se não fizermos nada a respeito da nossa vida, nem erraremos ou acertaremos. Permaneceremos estáticos e enrijecidos. Aguardaremos a força de o nosso impulso interior ser mais forte que as condições externas, para quebrar o gelo e fazer o que precisa ser feito à força. O que não seria bom para ninguém.

Apesar da vida não admitir erros, eles são necessários. De forma alguma devem ser vistos como coisas ruins. Erros são erros. Assim como acertos são acertos. O que define erro e acerto são as expectativas que colocamos nos resultados das nossas ações. Se abrirmos uma empresa que deu um milhão de lucro, em apenas três meses, isto foi um erro ou um acerto? Depende do que estávamos esperando. Talvez o lucro tenha sido ganho de forma inapropriada e antiética. Talvez o dono do negócio não estava satisfeito consigo mesmo durante o processo. Vai saber, cada um define o que espera. O que define a nossa evolução, é a capacidade de transpor as condições climáticas da nossa própria vida.

NÃO ESPERE NADA E ABRACE SEUS ERROS
Um erro é um aviso da vida de que precisamos mudar. Haja o que houver, apenas faça cumprir a lei que reside dentro de você. Ela é o que ordena você a fazer algo, por mais que o clima pareça não te favorecer. Sempre que errar, admita que precisa mudar e flua com a sua própria força pela vida.

Sempre que me pego fazendo algo que não deveria estar fazendo, me percebo errando. Erro tanto ao ponto de ficar zangado comigo mesmo por ainda ser tão tolo. No entanto, me esforço para ser menos tolo a cada dia sendo apenas aquilo que eu preciso ser. Pois como um lápis nas mãos do poder criador do Universo, vamos desempenhando o nosso papel nessa maravilhosa aquarela que é a vida. Sem erros e sem acertos, só com ações.

Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

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