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Bicicleta subindo ladeira

Continue a pedalar

Sabe o que eu aprendi subindo uma ladeira de 50 metros de bicicleta?

Outro dia eu enfrentei a maior ladeira da minha vida.

Ao fazer a curva para direita me deparei com ela, gigante, a uns 200 metros na minha frente se aproximando conforme eu ia trocando a marcha da bike.

No momento em que a avistei, com sua cor cinza escuro de asfalto, dormente naquele sol quente de verão, pensei em voltar atrás e tentar outro dia, mas a vontade de conhecer a minha capacidade de trabalhar minhas pernas para enfrentá-la foi mais forte.

Além do meu peso e do peso da bicicleta, na garupa eu ainda carregava a minha filha de 6 anos e 22 Kg que, preocupada comigo, sugeria que eu voltasse outro dia para não machucar as minhas pernas.

Decidi não ouvi-la.

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Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

O que a insegurança emocional tem a ver com a sua felicidade

Você sabia que a insegurança emocional influencia completamente a maneira como lidamos com nossos relacionamentos afetivos e profissionais?

Quando estamos inseguros emocionalmente, ou seja, quando não temos segurança naquilo que sentimos e pensamos sobre nós, dependemos da aprovação externa para nos sentirmos mais realizados, mais úteis e mais felizes.

Além disso, pessoas inseguras emocionalmente tendem a direcionar mais as suas ações pelo medo do que pela alegria de estar se tornando ela mesma.

É por esse motivo que pessoas inseguras emocionalmente entram em qualquer tipo de relação afetiva e profissional.

O que tem um impacto desastroso em suas vidas.

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Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

A origem de todos os nossos conflitos

Você já parou para perceber que somos nós que criamos nossos próprios problemas?

Apesar de estarmos vivos, alimentados e respirando, sempre passamos o dia com algum (ou alguns) problemas.

Imagine um cara, evangélico, criado na zona nobre de uma cidade qualquer do Brasil numa família de classe média alta que encontra um outro cara, budista, criado na periferia da cidade numa família de classe baixa.

Qual é o problema desse encontro?

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Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

Encontre a sua zona de conforto

O mundo dos negócios está cheio de empresários de sucesso dizendo para sairmos da zona de conforto, mas você já reparou como eles vivem?

Eles sentem trabalham naquilo que gostam, desfrutam de seus carros e propriedades, viajam pelos quatro cantos do mundo e não se preocupam mais com dinheiro.

Eles vivem no conforto.

Mas, você sabe a diferença entre uma vida confortável e uma vida cômoda?

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Como diminuir as suas chances de cometer erros

Você já percebeu que depois de ter um aborrecimento parece que ficamos com um zumbido na cabeça?

Sim! Um zumbido!

Quando algo acontece conosco, principalmente quando envolve outras pessoas, parece que a nossa mente gera um milhão de alternativas para aquele aborrecimento além da realidade do que aconteceu.

Nós começamos a imaginar o que nós vamos falar ou fazer quando a pessoa falar ou fizer isto e aquilo.

Imaginamos também o que poderíamos ter dito ou feito quando a pessoa disse ou fez isto e aquilo e com isso ficamos com um zumbidásso na cabeça.

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Praticante de jiu jitsu, apaixonado por filosofia, escritor, coach, palestrante e um impulsionador de pessoas. Desde 2008 mantém este projeto no ar para ajudar pessoas a superar seus medos e suas crenças e se tornarem elas mesmas. Saiba mais sobre Marcos Rezende.

Sabe qual o nosso maior medo?

Você sabe qual é o nosso maior medo?

  • Ficar sem dinheiro?
  • Perder alguém importante para a morte?
  • Sofrer um acidente ou adoecer gravemente?

Não.

Definitivamente não são esses nossos maiores medos.

Na realidade, nosso maior medo é um só.

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Como lidar com a decepção

Você já se decepcionou alguma vez?

Já foi demitido, abandonado ou traído?

  • Já emprestou dinheiro para alguém que depois de um tempo sumiu e nunca mais voltou a falar com você?
  • Já confiou um segredo para alguém que depois compartilhou o seu segredo com outras pessoas?
  • Já dedicou seu tempo para algo ou alguém que na primeira crise abandonou você ou te trocou por outra pessoa?

Você provavelmente já passou por alguma situação como essas onde se decepcionou com algo ou alguém.

E provavelmente também já deve ter carregado muita dor, arrependimento e culpa por causa disso.

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Qual é a sua arte?

Você já deve ter reparado que os lutadores de esportes sobre o tatame reverenciam o mesmo antes de entrarem nele, certo?
 
Esportes como karatê, judô ou jiu-jitsu têm essa mesma prática.
 
Usando a alegoria que o tatame representa o mundo, no jiu-jitsu eu aprendi que essa reverência visa agradecer a oportunidade de poder praticar a sua arte ao mesmo tempo que deixar o seu ego fora dali.
 
Baseado nisso, o que é o mundo as pessoas que nele estão?
 
O mundo é o espaço propício para você aprimorar os seus talentos e refinar as suas técnicas para se tornar melhor na sua arte.
 
E as pessoas que junto de você estão no mundo são seus companheiros de treino que estão ali dispostos a confrontar-se com você para ao mesmo tempo aperfeiçoarem a sua arte e a deles.
 
E eu fico me perguntando:
 
“Por que nós entramos no mundo e lidamos com essas outras pessoas que nos impõem amassos, torções e estrangulamentos?”
 
Simples.
 
Porque é divino aperfeiçoar a sua própria arte e só no mundo e com os nossos companheiros é que podemos fazer isso.
 
É quando estamos presos dentro da carne, cansados e suando que temos a possibilidade de enxergar como a nossa natureza funciona e como podemos aperfeiçoar a nossa arte.
 
E quando acabar o treino de 4, 6 ou 10 minutos e descansarmos aqueles 30 segundos, tenha certeza que por causa da arte, vamos querer retornar para um novo treino.
 
Portanto, a pergunta que você deve se fazer hoje é:
 
“QUAL É A MINHA ARTE?”
 
E se colocar no mundo para praticá-la a todo momento, todos os dias, durante toda a vida, enquanto durar o seu treino.
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Todo sufoco passa

“Cada um de nós está lutando contra sua própria extinção.” ~ Clóvis de Barros Filho

Essas primeiras semanas de tentativa de retorno para o jiu jitsu tem sido tristes.

Ainda não encontrei um horário certo pra treinar.

Vou num dia, falto dois.

Vou num horário, depois vou em outro.

sem ritmo.

Enfim…

Mas o principal tem sido os sufocos que passei nos poucos treinos que fui e com os quais estou aprendendo a lidar.

Nesses treinos eu não fiz nada a não ser me defender ao máximo dos sufocos que meus parceiros de treino me impunham.

Segura ali, amarra aqui, controla a respiração, se fecha de todas as maneiras…

O que me levou a descoberta de mais uma filosofia atrás desse retorno sufocante que quero compartilhar com você que talvez esteja tomando algum sufoco da vida neste momento.

TODO SUFOCO PASSA

Digo isto porque existe uma força que age além das nossas ações chamada tempo que desfaz qualquer amasso.

É o tempo que irá garantir que quanto mais você resista e se defenda do sufoco, menos poderoso ele vai ficando contra você.

No início do sufoco é um desespero.

Parece que o mundo está desabando na sua frente, mas conforme o tempo vai passando você vai meio que descobrindo as manhas pra resistir aquilo.

Você começa a controlar a sua respiração, depois toma consciência de onde você está, de como está se sentindo, vai pegando ritmo, recuperando a força e assim por diante.

E quando dá por si, percebe que aquele sufoco tão violento já não é tão forte assim.

O tempo correu.

Se você estiver passando por um sufoco da vida, preocupe-se em manter seu corpo, sua mente e sua alma vivos concedendo ao tempo a oportunidade de aliviar a pressão.

Mesmo que você não descubra uma saída, mas consiga se manter vivo, não se preocupe, pois o tempo se encarregará de soar o gongo e a vida vai parar de te amassar.

TODO SUFOCO PASSA

“Por detrás de tudo o que o homem pensa e de tudo o que o homem faz, reside o mesmo fundamento que você encontra numa planta que apesar da hostilidade do mundo, resiste em busca de continuar viva.” ~ Clóvis de Barros Filho

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Receita para viver bem

“É impossível começar a aprender o que pensamos que já sabemos.” ~ Epicteto

Poderíamos observar esta frase como que olhando para algum conhecimento específico.

Matemática, línguas, história, geografia, química, etc.

Nenhuma dessas matérias é possível de aprender quando pensamos já saber tudo.

Entretanto quero te convidar a observar essa frase sob outra ótica:

É impossível aprender a viver quando pensamos que já sabemos tudo sobre a vida.

Vivemos isolados uns dos outros porque deixamos que as nossas verdades nos afastem daqueles que tem ideias diferentes das nossas.

Acreditamos que descobrimos um jeito certo de viver à nossa maneira, esquecendo completamente que existem outras 7 bilhões de pessoas no mundo que levam suas vidas de maneira diferente da nossa.

Presos às nossas certezas, somos algozes e vítimas ao mesmo tempo dos nossos próprios julgamentos.

Torcemos para que algo dê certo.

Desejamos para que algo dê errado.

Como se errado e certo fossem qualidades dos acontecimentos, quando na realidade são apenas valores da mesma propriedade.

A receita para viver bem?

Para viver bem, passe a duvidar sempre das suas certezas.

Passe também a olhar as certezas das outras pessoas da mesma forma que você olha uma planta, um animal ou uma pedra.

Já temos tanto trabalho a fazer internamente que olhar para o que os outros estão fazendo ou deixando de fazer é se distrair do próprio caminho.

Pratique mais a observação e menos o julgamento.

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