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Desde que comecei a praticar jiu-jitsu, minha vida mudou completamente. Ou melhor: desde que comecei a praticar jiu-jitsu, a maneira como eu lido com a vida mudou completamente.

Seja nas relações do trabalho ou nas afetivas, seja nas pequenas decisões do dia a dia ou nas grandes decisões que alteram completamente o futuro, praticar jiu-jitsu tem sido, há cinco anos, uma ótima ferramenta para equilibrar a minha mente e o meu corpo.

Dentro do trabalho, a mentalidade do jiu-jitsu me tornou capaz de escolher as coisas que eu mais gosto de fazer, em detrimento daquelas que eu menos gosto.

Quando comecei a treinar, eu trabalhava cerca de 12 horas por dia, ocupando-me, na maior parte do tempo, de tarefas desalinhadas com os meus talentos, competências e propósito de vida.

Foi praticando jiu-jitsu diariamente que eu consegui enxergar aquilo que estava “me dando sufoco” e pude, então, criar estratégias para me livrar das “roubadas da vida”. Aprendi a dizer não no trabalho da mesma forma que se estouram pegadas ou se afasta o companheiro de treino no tatame.

Hoje trabalho apenas metade das horas que trabalhava cinco anos atrás, para dedicar boa parte do meu dia aos meus estudos e a minha nova carreira como professor de alemão.

Na vida pessoal não foi diferente. A mentalidade do jiu-jitsu me possibilitou enxergar padrões tóxicos de atitude, que me levavam a trocar de relacionamento como quem troca de roupa e a me colocar em segundo plano para satisfazer os desejos das pessoas com quem eu me relacionava.

Quando comecei a treinar, eu não parava em nenhum relacionamento por mais de um mês. E quando estava namorando, sacrificava o meu dinheiro e o meu tempo para ter a atenção de quem eu namorava.

Com a prática do jiu-jitsu, consegui estabilizar o meu emocional, cultivando o bom hábito de respirar frente a “qualquer oportunidade” amorosa que a vida oferece de vez em quando, assim como, ao me relacionar afetivamente com alguém, me colocar de igual para igual no relacionamento, expondo meus desejos de forma sincera e aberta.

De maneira geral, praticar jiu-jitsu me torna uma pessoa mais segura e calma para lidar com as situações da vida, ao mesmo tempo que me confere foco para lutar de forma mais eficiente pelos meus sonhos.

Curiosidades sobre o jiu-jitsu

O jiu-jitsu chegou a Manaus, capital do estado do Amazonas, em dezembro de 1915 como uma arte de exibição  por meio da qual o então campeão do mundo nesse esporte, o conde Koma, mostraria, acompanhado por outros lutadores japoneses, sua extraordinária arte marcial japonesa para os moradores daquela cidade .

Como relatado pelo Globoesporte, o jiu-jitsu logo deixou de ser uma herança japonesa para tornar-se uma paixão brasileira.

Ainda em 1915, o conde Koma passeava pelas ruas de Manaus vestindo seus trajes tradicionais enquanto desafiava os manauaras a lutarem sem se importar com seus tamanhos ou habilidades. Esse fato  estimulou os barões dos seringais a realizarem apostas milionárias, para verem se havia alguém capaz de vencer o conde Koma e sua arte marcial do extremo oriente.

Cem anos depois, os brasileiros da atualidade usam plataformas como a https://www.betfair.com/br para apostar em seus expoentes favoritos do jiu-jitsu que atuam dentro dos grandes eventos do MMA, como o Bellator ou o www.ufc.com.br.

Segundo a revista Rolling Stone, atualmente o jiu-jitsu é o esporte número dois do Brasil, pois em pouco mais de um século da sua prática  pelos brasileiros acabou por tornar-se parte da cultura do país.

E então? Bora praticar?

Este post foi um oferecimento de:
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Marcos

Um escritor dentro do corpo de um programador, apaixonado pelas letras e praticante de jiu-jitsu.

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