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Você sabe qual é o nosso maior medo?

  • Ficar sem dinheiro?
  • Perder alguém importante para a morte?
  • Sofrer um acidente ou adoecer gravemente?

Não.

Definitivamente não são esses nossos maiores medos.

Na realidade, nosso maior medo é um só.

  • Ficar sozinho.
  • Ficar sem ninguém.
  • Não ter nada para nos distrair.
  • Não ter nada para fazer.

Porque ao ficar sozinho somos instantaneamente movidos para a reflexão sobre nós mesmos e observação dos nossos próprios fantasmas.

Descobrimos que a fonte de todos os nossos problemas está neles.

E pior.

Matá-los dá trabalho, causa angústia e é difícil.

Difícil porque são esses fantasmas que nos compõe.

Eles que construíram quem nós somos.

E destruí-los vai nos transformar em alguém que nunca conhecemos, um completo desconhecido, que não fazemos a mínima ideia de como conviver.

  • Então será que vale à pena enfrentar esses fantasmas, se encarar sozinho e olhar-se de modo verdadeiro no espelho?
  • Será que vale à pena admitir as próprias falhas, remover o véu que escondia a verdade e tirar a poeira debaixo do tapete?
  • Vale à pena admitir que qualquer tipo de luta é sempre contra si mesmo?

A resposta a essas perguntas eu deixo para você responder.

Porque se no final das contas os problemas que causamos hoje tiveram sua origem nesses fantasmas que ainda habitam dentro de nós, talvez valha realmente à pena observar a maneira como eles vivem, o que eles comem e quais são os seus desejos.

O relógio está caminhando e daqui a pouco vamos perder a chance de lutar pela única coisa que somos realmente capazes de lutar:

Nós mesmos.

Este post foi um oferecimento de:
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Marcos Rezende

Redator freelancer, orientador de produção textual na Mentoria da Palavra, criador de sites em WordPress na DoutorWP, graduando em Filosofia na UFPR e faixa roxa de jiu-jitsu brasileiro pela equipe Atos Loyalty Curitiba.

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