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Sabe aquele camarada que fica correndo pra lá e pra cá “mostrando serviço”?

Que ao mesmo tempo responde e-mail, conversa no WhatsApp e atende o telefone?

Quem olhar de fora poderá pensar que ele é um “excelente” trabalhador, mas se você parar um segundo, você vai pensar justamente que ele não deveria estar trabalhando com você.

No jiu-jitsu nós usamos a expressão “fazer o louco” para representar esse camarada que faz uma força de maluco e corre de um lado para o outro sem qualquer estratégia no treino.

Ele não controla a respiração, não controla a sua posição para olhar onde o seu corpo e o do oponente estão e sequer sabe o que vai fazer depois que chegar em uma posição mais confortável (se chegar).

Ele simplesmente vai se movimentando de qualquer jeito, consegue uns pontos aqui e ali, mas no geral se cansa mais que o necessário ou mesmo se machuca.

O mesmo acontece na vida.

Se você está em movimento o tempo todo correndo de um lado para o outro sem respirar direito e sem olhar como as “peças” da sua vida estão no tabuleiro, você acaba na mesma situação que o praticante de jiu-jitsu que faz o louco no tatame.

Sem prestar atenção naquilo que você está fazendo para buscar a posição que com menos força produza melhores resultados, você se cansa ou até se machuca.

Sem uma estratégia e planejamento, você toma decisões baseadas no calor do momento.

Não com base em um raciocínio lógico.

Você simplesmente não sabe onde está, não sabe o que está acontecendo e sequer sabe para onde está indo.

Na verdade, você nem sabe ao certo porque está “fazendo o louco”.

Só age assim, porque de certa forma, o senso comum te disse que esse era o caminho.

O caminho do sacrifício.

Ao invés de achar que se sacrificar é algo bonito e admirável, pare um pouco para refletir que as pessoas que atingem os melhores resultados são aquelas que enquanto agem, pensam, refletem, respiram e melhoram a sua arte um dia após o outro.

Eu lembro sempre que as gotas que formam a nascente de um rio descem a montanha buscando o caminho de menor atrito para desaguar no mar.

Se a natureza aplica a lei do menor esforço, porque continuar se movimentando feito um louco?

Hein?

Por um mundo menos louco e mais são.

Este post foi um oferecimento de:
Como Investir do Zero, o novo eBook sobre investimentos do Guia Invest.

Marcos Rezende

Redator freelancer, orientador de produção textual na Mentoria da Palavra, criador de sites em WordPress na DoutorWP, graduando em Filosofia na UFPR e faixa roxa de jiu-jitsu brasileiro pela equipe Atos Loyalty Curitiba.

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