Qual a importância de consultar a Tabela FIPE na hora de vender seu seminovo

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Na hora de vender o carro ou a moto, seria interessante consultar a tabela FIPE, pois com ela poderá se ter uma base do valor do automóvel e assim não fazer um mau negócio e sair no prejuízo.

Na compra e venda de carros usados em SP, as negociações costumam ser feitas com base em valores médios. Desta forma, consultar a tabela FIPE é a forma mais eficaz de entender o valor de mercado do carro para finalizar a transação. A tabela FIPE não é utilizada para fixar preços de veículos, mas para tornar as negociações mais homogêneas. O valor varia com base no status de proteção, acessórios, manutenção e detalhes, o que pode tornar o carro mais caro ou mais barato.

Ao negociar um carro novo, é importante entender como funciona a planilha FIPE e como ela é calculada. Portanto, descobrir alguns detalhes podem ajudar a ficar mais fácil a negociação, ainda mais quando se utiliza a tabela FIPE como base.

Confira abaixo alguns detalhes que podem ajudar na hora de vender.

– O funcionamento da tabela FIPE.

A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) produziu uma tabela contendo indicadores de preços para carros fabricados desde 1985. Mensalmente, esses valores são calculados com base na média ponderada dos preços do anunciante em diferentes regiões do país. A base da pesquisa é baseada na marca, modelo, ano, motor e outros detalhes do veículo. No mercado automotivo, o formulário FIPE tornou-se referência, como base de negociação e arrecadação de tributos estaduais, como o IPVA.

  • Forma de usar a tabela FIPE na negociação.

A tabela FIPE não especifica preços fixos de mercado, mesmo que esses indicadores não levem em consideração fatores como cor, quilometragem, questões de gestão e outros detalhes específicos. A FIPE serve de base para negociação. Na operação real, quando os proprietários de automóveis encontrarem uma loja para vender seus veículos, eles perderão de 10% a 20% do valor da tabela como depreciação. Os clientes também devem compreender o valor FIPE para evitar pagar mais por veículos que são semelhantes a outros veículos.

  •  A desvalorização do veículo na tabela FIPE

Todo carro perde valor de mercado todo mês. A depreciação começa quando o carro é retirado da loja e normalmente é calculado para os próximos 5 anos, que é considerada a vida útil do carro. Ao olhar a tabela FIPE, os carros usados ​​estão mais baratos a cada mês, e a taxa de depreciação varia de acordo com o preço inicial do veículo e o tempo de uso.

  • A ligação entre a tabela FIPE e o IPVA

O IPVA é um imposto nacional, e sua alíquota é diferente de acordo com a lei de cobrança de impostos de cada estado. Para calcular o valor que o proprietário do carro deve pagar como imposto de circulação, é utilizado o formulário FIPE. Para tanto, os cálculos serão feitos com base no valor atual do veículo em janeiro. A alíquota nesse cálculo varia de 2% a 4,5% sobre a FIPE, atingindo o valor do imposto pago por veículo.

  •  A importância de consultar o formulário FIPE

Se conhecer o valor desta tabela e constatar que o preço disponibilizado pelo veículo é muito inferior ao de produtos similares existentes no mercado, é importante tomar cuidado. Não acreditar nas famosas “Notícias de negócios da China”. Pois, no final, isso pode resultar em enormes prejuízos para o bolso do vendedor do automóvel. Sendo assim, é fundamental ter cuidado com os golpes. Quando o valor do carro for muito baixo, o vendedor deve suspeitar e tentar descobrir porque o vendedor está disposto a perder dinheiro.

A tabela FIPE é um importante indicador de preços de mercado. Portanto, o vendedor deve verificar quais alterações foram feitas no veículo para assim, poder analisar um bom momento para fazer alterações.

  • Diferenciar o veicula na hora de vender

Os carros bem cuidados não sofrem tanto desvalorização. Algumas dicas acabam sendo valiosas na hora de adquirir um automóvel seminovo de alto nível. E a primeira delas é prestar atenção na cor do veículo. Pois essa não é uma mera questão de estética, as cores verde e preto lideram o ranking das cores que mais desvalorizam um veículo. Afinal, os automóveis mais escuros tendem a esquentar mais, além de destacar os possíveis riscos na lataria.

A região em que o automóvel mais rodou também constitui um fator de importância na hora da valorização. Os veículos mais vendidos nas principais capitais apresentam valores maiores em relação aqueles comercializados no interior. Por exemplo, na capital mais importante como São Paulo, a diferença dos valores ainda é mais significativa do que nas demais capitais. Portanto, alguns pontos podem fazer com que seja possível se destacar e diferenciar o automóvel na hora vender, além disso conseguirá também realizar um bom negócio.

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